O Segredo dos Educadores de Sucesso: Equilíbrio de Horários e Vida Pessoal Plena

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방과후지도사 근무 시간과 워라밸 - A cheerful female ATL monitor in her late 20s, wearing comfortable, professional casual attire (like...

Olá, pessoal! Quem aí, como eu, já se viu sonhando com aquele equilíbrio perfeito entre a paixão de trabalhar com crianças e ter tempo para si? Ser monitor de ATL ou professor de atividades extracurriculares em Portugal é uma vocação linda, mas confesso que, por vezes, me questiono sobre os horários e como encaixar tudo na vida.

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A verdade é que muitos de nós dedicamos o coração e a alma a cada atividade, mas a jornada pode ser intensa, com horários que, por vezes, se estendem e desafios que vão além da sala de atividades.

Afinal, quem não quer um dia a dia onde a realização profissional caminhe de mãos dadas com o bem-estar pessoal? Eu mesma já senti na pele a necessidade de gerir cada minuto para garantir que a vida não se resuma apenas ao trabalho.

No fundo, queremos desfrutar da nossa vida pessoal e ainda brilhar naquilo que fazemos de melhor. Sei que este é um tema que toca muitos de nós e que as dúvidas sobre a carga horária, os salários e a possibilidade de ter uma vida equilibrada são bem reais, até porque as ofertas podem variar muito entre full-time e part-time, com horários repartidos que exigem um bom planeamento.

Para desvendar todos os segredos sobre a jornada de trabalho de um monitor ou professor de atividades extracurriculares e descobrir como conquistar um excelente equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, continue a ler!

Vamos aprofundar todos os detalhes e partilhar dicas valiosas que realmente funcionam.

A Realidade dos Horários: Entre a Paixão e o Relógio

Manhãs, Tardes e o Desafio da Continuidade

Eu sei bem como é começar o dia a mil e só parar quando as estrelas já estão no céu. Como monitora de ATL, por exemplo, muitas vezes a nossa jornada começa antes das 8h da manhã, com a receção das crianças, e só termina depois das 19h, com a entrega do último petiz aos pais.

No meio, há um sem-fim de atividades, jogos, refeições, e a responsabilidade de garantir que cada criança se sinta feliz e segura. Não é apenas “estar lá”; é estar presente, engajada e com energia, do primeiro ao último minuto.

E a verdade é que, entre a preparação das atividades, as reuniões de equipa, e o tempo de planeamento que muitas vezes fazemos em casa, a carga horária real acaba por ser muito superior à que está estipulada no contrato.

Já me vi inúmeras vezes a pensar no que faria no dia seguinte enquanto preparava o jantar, o que mostra como a nossa mente raramente “desliga” por completo.

É uma rotina que exige muito de nós, não só fisicamente, mas também mentalmente, e encontrar brechas para a vida pessoal é um verdadeiro desafio que temos de enfrentar todos os dias.

A flexibilidade que por vezes nos é pedida, como cobrir colegas ou estender o horário em eventos especiais, só adiciona mais uma camada de complexidade a este quebra-cabeças.

Os Finais de Semana: Oportunidade ou Sacrifício?

Ah, os tão aguardados fins de semana! Para muitos, são sinónimo de descanso e lazer, mas para nós, nem sempre é assim tão linear. Já me aconteceu várias vezes ter de trabalhar em atividades pontuais ao fim de semana, como festas escolares, acampamentos ou eventos temáticos.

E, embora seja gratificante ver o entusiasmo das crianças nestes contextos diferentes, confesso que, por vezes, sinto que o meu tempo pessoal é um pouco sacrificado.

É claro que há quem veja estes trabalhos extra como uma oportunidade de aumentar o rendimento, o que é ótimo, mas para quem procura um verdadeiro descanso, pode ser um peso.

A linha entre a paixão pela profissão e a necessidade de ter tempo para recarregar energias torna-se muito ténue. É uma gestão constante entre o querer fazer mais e o precisar de parar para não esgotar as nossas reservas de paciência e alegria, que são tão essenciais para o nosso trabalho diário.

Encontrar um equilíbrio aqui é crucial para não acabar a semana completamente exausta e sem energia para as nossas próprias paixões e compromissos.

Desvendando os Rendimentos: O Que Esperar na Carteira?

Vencimento Base vs. Horas Extra: A Conta que Fazemos

Quando falamos de salários, a realidade pode ser um verdadeiro balde de água fria para quem entra na área com o coração cheio de sonhos. O vencimento base para monitores de ATL ou professores de atividades extracurriculares em Portugal, especialmente para quem está a começar, nem sempre é o mais motivador.

Na minha experiência, os valores podem variar bastante, dependendo da instituição, da experiência e da carga horária. Muitos de nós acabamos por complementar o rendimento com horas extra, seja em eventos, explicações ou outras atividades relacionadas.

E aqui surge o dilema: trabalhar mais para ganhar mais, mas à custa do tempo pessoal, ou manter um horário mais equilibrado com um vencimento mais apertado?

É uma equação que cada um de nós tem de fazer, ponderando as suas necessidades financeiras e o seu desejo de ter uma vida para além do trabalho. Lembro-me de uma vez em que fiz tantas horas extra num mês que mal tive tempo para ver a minha família, e apesar do alívio na carteira, senti um cansaço avassalador.

É um trade-off constante que nos faz repensar muitas coisas.

As Variáveis Escondidas: Contratos e Benefícios

Para além do salário base e das horas extra, existem outras variáveis que influenciam bastante o nosso rendimento e estabilidade. Os tipos de contrato, por exemplo, fazem toda a diferença.

Já tive colegas com contratos a termo certo que viviam numa incerteza constante, enquanto outros, com contratos sem termo, sentiam uma maior segurança.

E os benefícios? Ah, esses podem ser quase inexistentes em algumas instituições. Já ouvi falar de sítios onde oferecem um pequeno subsídio para refeições ou formações internas, mas noutros, somos nós que arcamos com todas as despesas de deslocação e material extra.

É fundamental ler bem o contrato, perguntar sobre todos os detalhes e não ter vergonha de negociar, sempre que possível. A falta de um 13.º ou 14.º mês, por exemplo, que é comum em muitos setores, pode pesar bastante no final do ano.

Na verdade, é um universo de pequenas letras e detalhes que, somados, pintam um quadro muito diferente daquele que imaginamos inicialmente quando aceitamos a proposta de trabalho.

Por isso, a minha dica é: informem-se muito bem antes de assinar qualquer papel!

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Estratégias para um WLB de Sonho: Não é Mito!

Gestão de Tempo e Prioridades: O Meu Segredo

Achavam que era impossível ter uma vida além do trabalho? Eu digo-vos que não é! Mas exige disciplina e um bom plano.

A minha primeira grande mudança foi aprender a gerir o tempo de forma quase obsessiva. Comecei por usar agendas (sim, aquelas de papel, adoro!) e aplicações de calendário no telemóvel para agendar TUDO: não só as horas de trabalho, mas também o ginásio, o café com uma amiga, o tempo para ler um livro e até mesmo o tempo para não fazer absolutamente nada!

É impressionante como ter uma visão clara do que tenho de fazer e do que *quero* fazer me ajuda a priorizar. Aprendi que delegar tarefas sempre que possível e não tentar ser a “super-heroína” que faz tudo sozinha é fundamental.

Lembro-me de uma vez em que estava a tentar preparar uma atividade complexa em casa, depois de um dia exaustivo, e o resultado não estava a ser bom. Decidi pedir ajuda a uma colega no dia seguinte, e tudo fluiu melhor.

A verdade é que o tempo é um recurso finito, e aprender a usá-lo com inteligência é a chave para um bem-estar genuíno.

A Arte de Dizer “Não”: Limites Pessoais e Profissionais

Esta foi, provavelmente, a lição mais difícil que aprendi, mas também a mais libertadora. Dizer “não” sem culpa é uma arte que demoramos a dominar. No início da minha carreira, sentia que tinha de aceitar todos os pedidos, todas as horas extra, todas as tarefas “urgentes” que apareciam, com medo de parecer pouco colaboradora ou de perder oportunidades.

O resultado? Esgotamento físico e mental. Comecei a perceber que, ao dizer “sim” a tudo, estava a dizer “não” a mim mesma, aos meus hobbies, à minha família.

Hoje, aprendi a estabelecer limites claros. Se um pedido de trabalho extra colide com um compromisso pessoal importante, avalio muito bem antes de aceitar.

Aprendi que um “não” gentil e justificado é respeitado, e que proteger o meu tempo pessoal é essencial para manter a minha sanidade e a minha paixão pelo trabalho.

Lembrem-se: não somos máquinas, e o nosso bem-estar vem sempre em primeiro lugar. A qualidade do nosso trabalho é diretamente proporcional à nossa capacidade de nos sentirmos bem e descansados.

Delegação e Apoio: Não Tenhas Medo de Pedir Ajuda

Ninguém é uma ilha, e esta máxima aplica-se perfeitamente ao nosso trabalho. Por vezes, sinto que temos a tendência de querer abraçar o mundo e resolver tudo sozinhos, seja por orgulho, por achar que ninguém fará tão bem quanto nós, ou simplesmente por não querer “incomodar”.

Mas a verdade é que pedir ajuda e aprender a delegar são superpoderes para quem procura o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. Na minha equipa, por exemplo, começámos a dividir as tarefas de planeamento e organização de forma mais equitativa.

Se um colega tem mais facilidade numa determinada área ou mais tempo disponível para uma tarefa específica, porque não pedir o seu apoio? Já me aconteceu estar sobrecarregada com a preparação de materiais, e uma colega que tinha um tempinho extra ofereceu-se para ajudar.

Foi um alívio enorme! Além disso, o apoio não vem só dos colegas. Pode vir da família, dos amigos, ou até mesmo de profissionais que nos ajudem a gerir o stress.

Não tenhas medo de partilhar as tuas dificuldades e de procurar uma rede de apoio. É sinal de inteligência e de autoconhecimento, não de fraqueza.

Part-time ou Full-time: Qual a Melhor Rota para Ti?

Flexibilidade do Part-time: Vantagens e Armadilhas

A opção de trabalhar a part-time pode parecer a solução mágica para quem procura mais tempo para si, e em muitos casos, é mesmo. A flexibilidade que um contrato a part-time oferece é, sem dúvida, uma das suas maiores vantagens.

Permite-nos ter mais tempo para formações, para cuidar da família, para desenvolver um hobby ou até para ter um segundo emprego que complemente o rendimento.

No entanto, nem tudo são rosas. Lembro-me de uma fase em que estava a part-time e, embora tivesse mais tempo livre, o rendimento era bastante limitado, o que me forçava a estar sempre à procura de pequenos trabalhos extra.

Além disso, por vezes, a carga de trabalho de um part-time pode ser desproporcional ao número de horas pagas, ou seja, acabamos por fazer mais do que aquilo que nos é atribuído, pois a responsabilidade de certas tarefas é a mesma de um full-time.

É crucial ter clareza sobre as expectativas e os limites do contrato para que a flexibilidade não se transforme numa armadilha de subvalorização do nosso tempo e esforço.

A chave está em encontrar um part-time que seja realmente part-time na prática, e não apenas no papel.

Full-time: Estabilidade com Planeamento

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Por outro lado, o contrato full-time, embora implique uma maior dedicação de horas, oferece uma estabilidade financeira e contratual que muitos valorizam.

Ter um salário fixo todos os meses, com os descontos e benefícios sociais garantidos, traz uma paz de espírito que não tem preço. Eu mesma, depois de experimentar o part-time, optei por um full-time, e com um bom planeamento, consegui encontrar o meu equilíbrio.

A rotina torna-se mais previsível, o que me permite organizar a minha vida pessoal com maior antecedência. É claro que exige mais de nós durante a semana, mas se conseguirmos estabelecer limites claros e não levar trabalho para casa, o fim de semana pode ser totalmente dedicado ao descanso e lazer.

A chave para um full-time de sucesso, na minha opinião, é a organização. Ter uma agenda bem definida, aprender a otimizar o tempo de trabalho e, acima de tudo, desligar completamente quando o dia termina.

É um desafio diário, mas a segurança que proporciona faz com que o esforço valha a pena.

Tipo de Contrato Principais Vantagens Potenciais Desvantagens Recomendado Para
Part-time Maior flexibilidade, mais tempo livre para outras atividades/família, possibilidade de conciliar com estudos ou outro emprego. Menor rendimento, menos estabilidade contratual, risco de carga de trabalho desproporcional às horas pagas. Quem procura flexibilidade, estudantes, pais/mães com filhos pequenos, quem tem outros projetos.
Full-time Maior estabilidade financeira, benefícios sociais (segurança social, subsídios), maior experiência e integração na equipa. Menos tempo livre, exigência de maior dedicação de horas, dificuldade em conciliar com outros grandes compromissos. Quem procura estabilidade e segurança financeira, quem prefere uma rotina mais estruturada.
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Para Além da Sala: Formação e Crescimento Profissional

Investir em Ti: Cursos e Workshops Que Fazem a Diferença

Eu sou uma defensora acérrima da formação contínua. No nosso campo, onde estamos constantemente a lidar com novas gerações e a evoluir nas metodologias de ensino e animação, parar de aprender é estagnar.

Lembro-me de um workshop sobre inteligência emocional em crianças que fiz há uns anos; foi um verdadeiro divisor de águas na minha forma de interagir e resolver conflitos.

Não só me deu ferramentas valiosas para o meu dia a dia profissional, como também me ajudou a crescer a nível pessoal. Investir em cursos, workshops, e até mesmo em ler livros especializados, não é um gasto, é um investimento em nós próprios.

E não pensem que têm de gastar fortunas! Existem muitos recursos online gratuitos ou a preços acessíveis, além de formações financiadas. É um caminho para nos mantermos atualizados, motivados e, claro, para valorizarmos o nosso passe no mercado de trabalho.

Um bom currículo com formações relevantes pode abrir portas para melhores posições e, consequentemente, melhores salários e condições.

A Construção de uma Marca Pessoal: Abrindo Novas Portas

Acreditem ou não, no mundo digital de hoje, ter uma marca pessoal forte pode ser tão importante quanto o nosso currículo formal. O que é uma marca pessoal, perguntam vocês?

É a forma como nos apresentamos ao mundo, a nossa reputação, a nossa especialidade. Já pensei em criar um pequeno blog ou um perfil nas redes sociais onde partilho dicas de atividades, desafios que enfrento e as minhas paixões nesta área.

Isto não só me ajuda a organizar as minhas ideias e a aprofundar os meus conhecimentos, como também me posiciona como uma autoridade na área. Quem sabe, um dia isto não me leva a convites para palestras, a projetos de consultoria ou até mesmo a criar o meu próprio negócio?

Conheço colegas que começaram assim e hoje têm uma carreira paralela super interessante. É uma forma de não ficarmos dependentes de uma única instituição e de criarmos novas fontes de rendimento e de realização profissional.

Pensem bem nisto: o que vos torna únicos? O que têm de especial para partilhar? Essa é a vossa marca pessoal, e ela pode ser um motor poderoso para o vosso crescimento.

O Bem-Estar Pessoal: Como Recarregar Energias?

Hobbies e Paixões: A Válvula de Escape Essencial

Depois de um dia, ou de uma semana, a dar tudo de nós às crianças, é fundamental ter algo que nos preencha e nos faça “desligar”. Para mim, os meus hobbies são a minha válvula de escape.

Adoro pintar e passear pela natureza; são atividades que me permitem esvaziar a cabeça e recarregar as baterias. Já tive fases em que negligenciei completamente os meus interesses pessoais e senti o impacto direto na minha energia e humor, inclusive no trabalho.

É como um copo de água: se só tiramos e nunca voltamos a encher, ele acaba por secar. Por isso, incentivem-se a manter as vossas paixões vivas! Seja ler, cozinhar, praticar um desporto, tocar um instrumento, ou simplesmente ver uma boa série.

É esse tempo dedicado a nós próprios que nos permite voltar ao trabalho com mais entusiasmo e paciência, prontos para mais um dia de desafios e sorrisos.

Não pensem que é um luxo, é uma necessidade para a vossa saúde mental e profissional.

Conexões Sociais: A Importância dos Amigos e Família

No meio da correria do dia a dia, é fácil deixar as nossas relações pessoais para segundo plano. Mas, na minha experiência, manter uma rede de apoio sólida de amigos e família é crucial para o nosso bem-estar.

Não há nada como partilhar as alegrias e as frustrações do trabalho com alguém que nos ouve e nos entende, ou que simplesmente nos distrai com uma boa conversa.

Lembro-me de uma fase particularmente stressante, em que um jantar com as minhas melhores amigas foi o que me salvou. Rimos, desabafei, e voltei para casa com uma perspetiva totalmente diferente.

Estas conexões dão-nos perspetiva, conforto e uma sensação de pertença que é tão importante quanto o sucesso profissional. Não hesitem em ligar, encontrar-se para um café, ou simplesmente enviar uma mensagem.

Nutrir estas relações é investir na nossa felicidade e na nossa capacidade de enfrentar os desafios com mais leveza e apoio.

A Saúde Mental em Primeiro Lugar: Cuidar de Si É Prioridade

E por último, mas não menos importante: a nossa saúde mental. No nosso trabalho, lidamos com muitas emoções, tanto nossas quanto das crianças, e é fácil acumular stress e ansiedade.

Confesso que já tive momentos em que senti que estava à beira da exaustão, com dificuldade em dormir e com um cansaço que parecia não ter fim. Foi aí que percebi que precisava de parar e cuidar de mim.

Isto pode significar coisas diferentes para cada um: para uns, pode ser meditar, para outros, fazer terapia, ou simplesmente dedicar um tempo diário à introspeção e ao relaxamento.

Não há vergonha em procurar ajuda profissional se sentirmos que estamos a ir além dos nossos limites. A nossa saúde mental é o nosso maior ativo, e sem ela, não conseguimos ser bons profissionais, nem felizes nas nossas vidas pessoais.

Lembrem-se que, para cuidar bem dos outros, precisamos primeiro de cuidar de nós. Priorizem-se!

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글을 마치며

E pronto, pessoal! Chegamos ao fim desta nossa conversa tão transparente e cheia de partilhas. Espero, de coração, que este mergulho profundo na vida de um monitor ou professor de atividades extracurriculares em Portugal vos tenha sido útil e inspirador. Acreditem, o equilíbrio entre a paixão de trabalhar com crianças e a nossa vida pessoal não é uma utopia; é uma conquista diária que exige estratégia, autoconhecimento e muita coragem para estabelecermos limites. Não se esqueçam: a vossa energia e bem-estar são os pilares para continuarem a fazer a diferença na vida dos mais pequenos. Cuidem-se, valorizem-se e nunca deixem de sonhar com a vida que merecem.

알아두면 쓸mo útil informações

1. Priorize a sua saúde mental: Faça pausas regulares, pratique mindfulness e não hesite em procurar apoio profissional se sentir que está sobrecarregado. O seu bem-estar é o seu maior ativo profissional.

2. Invista na formação contínua: Participar em workshops e cursos não só atualiza as suas competências, como também abre portas para novas oportunidades e valoriza o seu currículo no mercado de trabalho.

3. Crie a sua marca pessoal: Partilhe as suas experiências e conhecimentos online. Um blog ou perfil profissional nas redes sociais pode ser uma excelente forma de construir autoridade e criar novas fontes de rendimento.

4. Estabeleça limites claros: Aprenda a dizer “não” de forma educada e justificada. Proteger o seu tempo pessoal é essencial para evitar o esgotamento e manter a paixão pela sua profissão.

5. Cultive as suas paixões e relações: Fora do trabalho, dedique tempo aos seus hobbies e à sua família e amigos. Estas atividades são fundamentais para recarregar energias e encontrar alegria para além da rotina profissional.

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importantes 정리

Depois de explorarmos a fundo a jornada de um monitor ou professor de atividades extracurriculares, ficou claro que a dedicação é imensa, mas a recompensa de moldar futuros é incomparável. No entanto, é vital lembrar que o nosso sucesso profissional não pode vir à custa do nosso bem-estar. Vimos que gerir os horários, desvendar os rendimentos e escolher entre um full-time ou um part-time são decisões que impactam diretamente a nossa qualidade de vida. O segredo, como partilhei convosco, reside na arte de estabelecer prioridades, aprender a delegar e, acima de tudo, cuidar da nossa saúde mental e física. As estratégias para um work-life balance de sonho não são um mito; são ferramentas que, se bem aplicadas, nos permitem desfrutar plenamente de cada momento, tanto no trabalho como na vida pessoal. Lembrem-se que, para dar o nosso melhor às crianças, temos de estar bem connosco mesmos. Continuem a brilhar, a inovar e a inspirar, mas nunca se esqueçam de que o vosso tempo e a vossa felicidade são os vossos bens mais preciosos.

Perguntas Frequentes (FAQ) 📖

P: Como posso gerir a minha carga horária para ter mais tempo livre, considerando os horários de ATL e AEC em Portugal?

R: Ah, essa é a pergunta de um milhão de euros, não é? Eu entendo perfeitamente essa busca por mais tempo livre. Já passei madrugadas a pensar em como esticar o dia!
A verdade é que os horários de monitor de ATL ou professor de AEC em Portugal podem ser bastante partidos, começando bem cedo ou terminando tarde, e por vezes com lacunas a meio do dia que dificultam a organização pessoal.
O truque que me salvou foi o planeamento estratégico e a comunicação. Primeiro, tente perceber ao pormenor a grelha de horários anuais da instituição onde trabalha.
Há muitas ofertas de trabalho para monitores de ATL e de atividades extracurriculares em Portugal, tanto em regime de full-time como de part-time. Algumas vagas, por exemplo, mencionam horários repartidos como das 7:30 às 9:00 e das 15:00 às 19:30.
Seja proativo! Converse com a coordenação ou com os seus colegas. Já experimentei, e garanto que funciona: às vezes, há margem para ajustes ou para partilhar tarefas que podem otimizar o seu tempo.
Por exemplo, em vez de assumir todas as vigilâncias ou apoios aos trabalhos de casa, pode haver um colega que prefira fazer as atividades mais artísticas e você focar-se no apoio escolar, ou vice-versa, de forma a rentabilizar o tempo de ambos.
Outra dica de ouro que aprendi é a importância de agrupar tarefas semelhantes e definir blocos de tempo para cada uma delas. Para mim, funcionou muito bem reservar um bloco específico para preparar as atividades da semana, outro para planear os jogos e, claro, um tempo fixo para aquelas tarefas administrativas que nunca desaparecem.
Ah, e uma coisa crucial: aprenda a delegar! Se há colegas ou até mesmo crianças mais velhas que podem ajudar em algo, aproveite. Não precisamos de carregar o mundo às costas.
Lembre-se, o objetivo é encontrar um equilíbrio que te permita brilhar no trabalho, mas também recarregar energias e desfrutar da vida pessoal.

P: Qual é a expectativa salarial para um monitor de ATL ou professor de atividades extracurriculares em Portugal e como posso aumentar os meus rendimentos?

R: Esta é uma questão muito pertinente e, sejamos honestos, que nos tira o sono muitas vezes! A remuneração é um fator chave para o nosso bem-estar. Pelo que tenho acompanhado e pela minha própria experiência, o salário de um monitor ou professor de atividades extracurriculares em Portugal pode variar bastante.
Pesquisas recentes indicam que o salário médio para a profissão de monitor em Portugal ronda os 955€ por mês, o que se traduz em cerca de 11.460€ anuais, ou aproximadamente 5,97€ por hora.
No entanto, este valor é uma média e pode ser diferente dependendo da sua experiência, qualificações, tipo de contrato (full-time ou part-time), e até da localização geográfica, com cidades como Lisboa, Pampilhosa da Serra e Portimão a apresentarem salários mais altos.
Para quem trabalha em AECs, a remuneração base pode ser calculada com base no número de horas semanais, por exemplo, um valor de 1.145,79€ por 25 horas de AEC, o que significa que se fizer 6 horas semanais, pode auferir cerca de 274,99€.
Para aumentar os rendimentos, o que eu tenho notado que faz a diferença é investir na formação contínua. Por exemplo, ter cursos específicos em áreas como animação sociocultural, línguas (como o inglês, que é sempre uma mais-valia), ou em apoio ao estudo para diferentes ciclos, pode abrir portas para vagas mais bem pagas ou para a possibilidade de acumular funções.
Experiência comprovada em trabalhar com diferentes públicos-alvo também é um fator valorizado. Além disso, muitas instituições procuram monitores com mais responsabilidades, como coordenação de projetos ou formação de outros colegas, o que pode implicar um aumento salarial.
Não se esqueça de que negociar o salário e os benefícios é sempre uma opção, especialmente se tiver uma boa experiência e qualificações. O que me ajudou foi sempre mostrar o valor que eu trago para a equipa e para as crianças.

P: É possível ter um verdadeiro equilíbrio entre a vida profissional e pessoal sendo monitor ou professor de atividades extracurriculares em Portugal?

R: Olhem, ser monitor ou professor de atividades extracurriculares é uma paixão, mas não pode ser só isso, certo? A pergunta sobre o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal é super válida e, na minha opinião, é totalmente possível, embora exija um esforço consciente da nossa parte e, muitas vezes, uma redefinição do que “equilíbrio” significa para nós.
Eu mesma já me senti sobrecarregada, a tentar dar conta de tudo e a sentir que a minha vida pessoal ficava sempre para segundo plano. A chave está em perceber que o equilíbrio não é uma linha estática, mas sim um movimento constante, como andar de bicicleta.
O que descobri é que ter este equilíbrio passa por estabelecer limites claros entre o trabalho e a vida pessoal. É fundamental ter momentos para si, para descansar, para fazer atividades que lhe dão prazer e para estar com as pessoas que ama.
Isso significa, por exemplo, evitar responder a emails ou chamadas de trabalho fora do seu horário, ou simplesmente desligar o modo “monitor” quando chega a casa.
Já cometi o erro de levar o trabalho para casa, e o cansaço acumulado não compensa. Valorize o seu descanso e o autocuidado; dormir bem e ter hobbies são essenciais para recarregar energias e manter a sua saúde mental em dia.
Outro ponto importante é procurar o apoio dos colegas e da instituição. Falar sobre as dificuldades e propor soluções em conjunto pode fortalecer os laços e criar um ambiente de trabalho mais saudável.
Afinal, um profissional feliz e equilibrado é um profissional que entrega mais e melhor às crianças, e que consegue manter a sua paixão pela profissão acesa!
É um desafio diário, sim, mas é um desafio que vale muito a pena enfrentar para ter uma vida mais plena e satisfatória.